“Igualdades de condições é você olhar as características do indivíduo a partir do que ele precisa para concretizar a aprendizagem”. Essa é a opinião da especialista em educação especial Adriana Baurufaldi. Ela destaca que a lembrança no mês de março em relação à conscientização sobre a Síndrome de Down serve também para chamar a atenção para o mercado de trabalho. “O currículo não muda seja com ou sem deficiência, mas mudam as condições de acessibilidade, para que os alunos ande juntos”.
O que a especialista pede é que sejam garantidos os direitos da pessoa com deficiência previstos da Lei 8.213: 2% das vagas destinadas a pessoa com deficiência. A ONG ApicieDown, por exemplo, faz a ponte para pessoas com a síndrome e empresas.Entre tabus e preconceitos, há pessoas que enfrentam de forma descontraída.

Júlio César Della, que tem Síndrome de Down, é ator e faixa preta em karatê. “Venço desafios”. Mas nunca se abalou e sempre teve força de vontade. Lida bem com os preconceitos,”o preconceito acontece porque as pessoas não me conhecem”, tendo as vezes que sair de seus afazeres,”Sai do boxe por causa do preconceito”. Mas foca no seu lema de vida que o impulsiona a enfrentar as barreiras do preconceitos. “vem venha aprender comigo”. Ouça o áudio da entrevista:
Exemplo de empregabilidade, o Brasil tem cerca de 413 mil carteiras assinadas de pessoas com deficiência, segundo pesquisa realizada pela Relação Anual de Informações Sociais (Rais). O SENAI por meio da singularidade trouxe o método de adequação garantindo 108 mil matriculas em três anos em seus cursos. Esse método consiste na capacitação docente de criar maneiras para que os alunos possam aprender e desenvolver a atividade, ou seja, cria condições de acessibilidade, para o aluno tenha total autonomia.
Veja a entrevista abaixo com a psicóloga Cecília Alecrim da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) sobre inclusão na educação e no trabalho:
Por Victoria Duarte e Larissa Lustoza
Sob supervisão de Luiz Claudio Ferreira